terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Informativo: Bares, quem não confere a conta paga mais.


Bares: quem não confere a conta paga mais


No estudo com diversos bares realizado pela PROTESTE, constatamos que se você não tiver noção do que foi pedido e não conferir a conta poderá pagar por bebidas que não consumiu. Isso aconteceu em 11 dos 19 bares pesquisados no Rio de Janeiro e em São Paulo.
Foi na conferência da quantidade de bebidas que ocorreram os maiores problemas. Em São Paulo, os bares Genésio e Exquisito cobraram 13 e 11 chopes a mais, além dos 60 consumidos. No Rio de Janeiro, o Botequim Itahy cobrou, no total, 65 chopes, cinco a mais. Neste bar, inicialmente foram cobrados 55 chopes, cinco a menos. Depois de nossa solicitação de alteração, já que havíamos consumido mais do que o discriminado, a nova conta veio com dez chopes a mais. O Botequim Itahy alegou, erroneamente, que, ao recontar as comandas, essa era a quantidade que havia sido consumida.
Ainda no Rio, no Boteco Belmonte e no Petisco da Vila, foi cobrado um chope a menos. Ao reclamarmos, verificou-se que constava no caixa desses estabelecimentos a quantidade correta de chopes consumidos. Entretanto, os dois bares ofereceram esse chope a menos comobrinde, em função do valor da conta. Assim, eles não foram classificados negativamente.
Também houve divergência na contagem de refrigerantes. Nos bares cariocas Botequim Itahy, Buxixo Chopperia e nos paulistanos Bar Salve Jorge, Boteco Brasil e Genuíno Chopp, foi cobrado um refrigerante a menos e todos eles se negaram a fazer a alteração. No Bar Juarez, foram cobrados três refrigerantes a mais, totalizando 11.
Chopes a mais na conta e não na mesa:
Em todos os estabelecimentos, foram consumidos 60 chopes, mas 42% dos bares avaliados cobraram quantidades a mais da bebida. 
Veja em quais bares foram cobrados chopes a mais:


Erros na cobrança da taxa de serviço:
Verificamos ainda a descrição errada da taxa de serviço. No Botequim Informal (RJ) e, no Boteco São Bento, na Cervejaria Patriarca e no Exquisito, em São Paulo, a cobrança veio na nota fiscal como troco dado ao cliente
No Petisco da Vila (RJ), ela apareceu como comida extra; no Planalto do Chopp (RJ), como "diversos"; e no Genuíno Chopp (SP), comovinagre balsâmico, ao custo de R$ 66,23.
No Botequim do Itahy (RJ), os 10% de serviço foram escritos na nota à mão pelo garçom. Cervejaria Devassa, do Rio de Janeiro, e Boteco Brasil, de São Paulo, não cobraram taxa de serviço no dia da visita. E no Café e Bar Hipódromo não houve menção dessa taxa na nota fiscal, apesar de termos pago por ela.
Veja na tabela ao lado os resultados do teste com bares.

Fonte: http://www.proteste.org.br
Matéria no site aqui.

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